quinta-feira, 9 de novembro de 2017
Os manos!
Ora bem... Tal como já referi no primeiro post, a Mia não foi a nossa primeira filha. Antes dela já cá moravam o Afonso e o Simão.
O Afonso veio morar comigo quando eu me emancipei, em 2010. Um gatinho de rua, adotado na União Zoófila ainda bebé.
O Simão, um labrador chocolate que está connosco desde 2014.
Sim nós humanizamos os animais, e eles para nós são como filhos.
Nunca a chegada da Mia colocou em causa a permanência de algum deles, assim como a chegada de um irmão mais novo não coloca em causa a permanência dos mais velhos.
Não, não há histórias fofinhas durante a gravidez, de eles sentirem o bebé, ou serem os primeiros a perceber que eu estava gravida... Tão pouco o Simão passou a ser mais cuidadoso comigo ou com a barriga. Continuou o mesmo monstro torpedo que sempre foi.
No SFX , a quem tem animais, eles dão o primeiro lençol para o pai levar para casa e dar aos bichos para cheirar.
Nem isso nós fizemos.
No dia em que eu cheguei a casa com a texuga, entrámos normalmente, pusemos o ovo em cima do sofá e deixamo-los cheirar à vontade. Claro que com supervisão porque o Simão quis logo lamber as mãos e a cara e nós não deixámos.
Com o Simão, hoje em dia ainda não há grande interação pq a Mia ainda não o reconhece como ser vivo, ainda nem foca o olhar nele. O Simão sempre que pode lá vem lamber as mãos, mas nada de ficar a dormir ao pé dela, ou de ser super protetor.. não, nada disso. A maior parte das vezes mostra-se indiferente. Acho que ele também ainda não a reconhece como ser interativo e também acaba por ter alguns ciúmes que demonstra com indiferença.
O Afonso é gato. No primeiro dia demos como ele a esticar a pata à Mia, só para tocar e ver se ela se mexia. A partir daí, ignora. Afinal de contas ele é um ser superior.
Quando ela chora ele limita-se a ficar sentado de longe com cara de :
"Vocês não aprendem. Não vos bastava o castanho, agora trouxeram essa coisa... "
Antes da Mia nascer falámos com a pediatra acerca dos bichos e na opinião dela é positiva a existência de animais, e possíveis alergias que possam surgir , nós lidaremos com elas.
A única questão que é realmente preocupante ainda hoje, e será sempre, é a questão dos pelos. Temos de ter cuidados redobrados, e mesmo assim parece que vejo pelos em todo o lado.
Enfim..
Pronto, foi isto. Nunca tivemos o quarto dela fechado. Nunca a escondemos. Nunca os proibimos de chegar perto ou de cheirar. Nunca fizemos suspense de nada e a coisa deu-se de forma natural.
O Pai da criança também falou nisso AQUI!
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